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Criação de empregos formais cai 64% em 2014

Foram criados 396.993 novos empregos formais no país em 2014, 64% menos do que em 2013, quando foram gerados 1,11 milhão. Foi o pior resultado para um ano desde 1999.

Evolução da criação de empregos no Brasil

Evolução da criação de empregos no Brasil

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) foram divulgados na sexta-feira, 23, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Somente em dezembro houve o fechamento de 555.508 postos de trabalho, resultado de 1.176.896 admissões e 1.732.404 demissões.

O setor de serviços foi responsável por criar o maior número de vagas formais de trabalho em 2014, 476.108. Comércio é o setor que ocupa o segundo lugar, 180.814 vagas criadas, seguido por: agricultura, saldo negativo de 370 vagas, indústria extrativa mineral, 2.348 demissões, construção civil, menos 106.476 vagas e, indústria de transformação, 163.817 postos de trabalho fechados.

O crescimento foi menor que em 2013 em 4 das 5 regiões do país, sendo a região Sul a única que apresentou um crescimento positivo, 257.275 em
2014 contra 234.355 em 2013.

Criação de empregos teve pior julho dos últimos 15 anos

O Brasil criou 11.716 empregos com carteira assinada em julho, uma queda de 71,5% frente ao mesmo mês do ano passado.

Empregos Julho/2014Na parcial de janeiro a julho, a criação de empregos recuou 30,3% em relação ao mesmo período do ano passado, conforme divulgou nesta quinta-feira (21) o Ministério do Trabalho, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

O setor que liderou a criação de empregos formais nos seis primeiros meses deste ano foi o de serviços, que inclui trabalhadores como vendedores de lojas, garçons, corretores de imóveis e motoristas. O comércio fechou 50.065 vagas formais no período, contra 3.324 nos sete primeiros meses de 2013.

Veja na tabela abaixo como foi a criação de empregos com carteira assinada nos sete primeiros meses de 2014 e de 2013.

Empregos / SetoresQuatro das cinco regiões do país registraram crescimento do emprego formal: Sudeste (338.832), Sul (173.274), Centro-Oeste (101.156) e Norte (29.589). A Região Nordeste registrou o fechamento de 10.627 empregos com carteira assinada nos sete primeiros meses deste ano.

Produção industrial cai em sete regiões, diz IBGE

Produção IndustrialSete das catorze regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tiveram queda na produção industrial na passagem de abril para maio deste ano. Segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada hoje, a maior queda foi observada no Amazonas, 9,7%, seguido da Bahia, 6,8%, e da Região Nordeste, 4,5%, cujos estados são analisados em conjunto.

Também registraram queda o Rio de Janeiro, 1,6%, o Espírito Santo, 1,4%, o Rio Grande do Sul, 1%, e Pernambuco, 0,2%. Na média nacional, houve uma queda de 0,6%. Sete estados tiveram alta na produção e contribuíram para evitar uma queda maior da indústria: São Paulo, com alta de 1%, Pará, 4,2%, Goiás, 2,1%, Ceará, 1,2%, Paraná, 1,1%, Minas Gerais, 0,5%, e Santa Catarina, 0,3%.

Na comparação entre maio deste ano e o mesmo período do ano passado, houve queda em oito das 15 regiões pesquisadas. Nesta comparação está incluído o estado de Mato Grosso. As maiores quedas foram: Rio de Janeiro, 7,9%, Rio Grande do Sul, 7,8%, Bahia, 6,6%, e Amazonas, queda de 5,8%. Também tiveram redução na produção industrial, Minas Gerais, 4,1%, Paraná, 3,7%, São Paulo, 3,6%, e Região Nordeste, 2,1%. Santa Catarina teve estabilidade, enquanto seis estados tiveram alta: Pará, 36,3%, Goiás, 4,2%, Pernambuco, 1,7%, Ceará, 1,1%, Mato Grosso, 0,9%, e Espírito Santo, 0,3%.

No acumulado do ano, houve alta em oito regiões, com destaque para o Pará, 18%, estabilidade em uma e queda em seis. No acumulado de 12 meses, houve alta em 11 locais, com destaque novamente para o estado do Pará, 8,8%, e queda em quatro.

Fonte: Agência Brasil

Empregadores pagarão multa se não registrarem domésticos

Foi sancionada hoje (9), no  Diário Oficial da União, a Lei 12.964 que prevê a aplicação de multa para quem não assinar a carteira de trabalho do empregado doméstico. A legislação entra em vigor em 120 dias.

Conforme entendimento da Justiça do Trabalho, um empregado doméstico tem que exercer a atividade na residência por pelo menos três vezes na semana, para que seja estabelecido o vínculo empregatício e passem a valer as regras trabalhistas, caso contrário, trata-se de diarista, em que não há obrigatoriedade de formalização por meio de Carteira de Trabalho.

De acordo com a CLT, o empregador que não registrar em carteira a contratação terá de pagar um salário mínimo por funcionário não registrado e, a multa dobra caso haja reincidência.

Fonte: Agência Brasil

Brasil segue como o país de pior retorno dos impostos

Dentre os 30 países com as maiores cargas tributárias, o Brasil continua sendo o que proporciona o pior retorno dos valores arrecadados com impostos em prol do bem estar da sociedade, aponta estudo divulgado nesta quarta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Esta é a quarta vez consecutiva que o Brasil ocupa a última colocação.

Estados Unidos, Austrália, Coréia do Sul e Irlanda são os países que melhor aplicam os tributos arrecadados. A Bélgica se destacou, subiu do 25º para o 8º posto, em relação ao ano anterior.

Dois parâmetros são considerados para estabelecimento do ranking: carga tributária (arrecadação em relação ao PIB) e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Tabela completa:

Posição

Ranking  de países com maior tributação

IRBES

Ano anterior

Estados Unidos

165,78

Austrália

164,53

Coreia do Sul

162,48

Japão

160,78

Irlanda

160,43

Suíça

159,83

Canadá

156,79

Nova Zelândia

156,66

Israel

154,01

10º

10º

Espanha

153,89

11º

Eslováquia

153,28

11º

12º

Grécia

152,22

12º

13º

Uruguai

151,06

13º

14º

Islândia

150,61

14º

15º

Alemanha

150,54

15º

16º

República Tcheca

148,61

16º

17º

Reino Unido

148,55

18º

18º

Eslovênia

148,50

17º

19º

Luxemburgo

146,71

19º

20º

Noruega

146,50

20º

21º

Argentina

145,41

21º

22º

Hungria

144,58

22º

23º

Áustria

142,66

23º

24º

Suécia

141,15

24º

25º

Bélgica

140,65

27º

26º

Itália

140,55

26º

27º

Finlândia

140,91

25º

28º

França

140,08

29º

29º

Dinamarca

139,84

28º

30º

Brasil

135,63

30º

Desemprego aumenta em fevereiro

taxa de desempregoA taxa de desemprego aumentou de 9,5%, em janeiro, para 10,3% da população economicamente ativa (PEA), em fevereiro, nas seis regiões metropolitanas avaliadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego  (PED), produzida pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). A pesquisa indica que a taxa de desemprego aumentou em cinco das seis regiões metropolitanas avaliadas.

Essa taxa é a mesma registrada em fevereiro do ano passado e a terceira mais elevada desde janeiro de 2009, quando começou a série do conjunto pesquisado, movimento considerado “típico” para o período, segundo nota do Dieese e da Fundação Seade. Em fevereiro de 2011, a taxa tinha alcançado 10,4% e em janeiro de 2009 10,6%.

À exceção da região metropolitana de Porto Alegre, onde a taxa manteve-se estável, passando de 5,7% para 5,6%, ocorreram aumentos da taxa de desemprego em todas as regiões pesquisadas: Belo Horizonte (de 6,7% para 7,7%); Fortaleza (7,3% para 7,7%); Recife ( de 11,3% para 12,2%); Salvador ( de 17% para 17,7%) e São Paulo ( de 9,6% para 10,6%).

O total de desempregados foi calculado em 2,158 milhões de pessoas, contingente com acréscimo de 174 mil em relação a janeiro último e 33 mil a mais do que em igual mês do ano passado. Esse aumento é resultado de um corte de 119 mil vagas e a entrada de 55 mil pessoas no mercado de trabalho.

No entanto, no período de 12 meses até fevereiro, o nível de ocupação aumentou 0,8% com a criação de 140 mil novos empregos, ficando acima do total de novos concorrentes do mercado (173 mil pessoas).

O levantamento indica ainda a variação do ganho médio relativo ao mês de janeiro, período em que o rendimento médio dos ocupados diminuiu 1,2%, atingindo R$ 1.668,00. Já no caso dos assalariados, o valor manteve-se estável em R$ 1.690,00.

Fonte: Agência Brasil

Seguro-desemprego passará a ser pago com identificação biométrica

Seguro DesempregoAté o final de 2015 os saques do seguro-desemprego passarão a ser feitos por meio da identificação biométrica do beneficiário. O prazo consta de resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), publicada dia 23/12/2013 no Diário Oficial da União.

Com o objetivo de reduzir fraudes e aumentar a segurança no pagamento, a identificação biométrica será exigida apenas no recebimento do seguro-desemprego em dinheiro.

A resolução faz parte de um pacote de medidas adotadas para equilibrar o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que registrou déficit de R$ 222,3 milhões de janeiro a agosto deste ano, contra lucro de R$ 179,9 milhões no mesmo período de 2012. O rombo considera a parcela do FAT que financia o capital do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Outra resolução, também publicada dia 23, propõe que as empresas com índice de rotatividade acima da média para o setor paguem uma contribuição adicional ao FAT. Essa medida tem como objetivo desestimular que empresas demitam funcionários e os contratem novamente depois de cinco meses – nesse período, os empregados recebem o seguro-desemprego.

A redução das despesas com o seguro-desemprego e com o abono salarial é uma das prioridades da equipe econômica para o próximo ano. O governo estuda obrigar os beneficiários do seguro-desemprego a passarem por cursos de qualificação – atualmente, a exigência só vale para o segundo pedido do benefício num período de dez anos.

Fonte: Agência Brasil

Taxa de desemprego sobe para 5,4% em setembro

A taxa dDesemprego-Setembroe desemprego subiu para 5,4% em setembro deste ano, maior que a de agosto (5,3%) e a mesma de setembro de 2012. O dado foi divulgado hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), na Pesquisa Mensal de Emprego (PME).

A população ocupada (23,2 milhões de pessoas) ficou praticamente estável, tanto em relação a agosto deste ano como em relação a setembro de 2012.

O total de trabalhadores com carteira assinada ficou em 11,8 milhões, mesmo número com relação a agosto, e 3,5% maior que o de setembro do ano passado (399 mil postos de trabalho a mais).

Setembro tem geração de 211.068 postos de trabalho formais

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (16) pelo Ministério do Trabalho e Emprego apontam a geração de 211.068 postos de trabalho com carteira assinada no mês de setembro.

No acumulado do ano o mercado formal gerou 1.323.461 empregos, um crescimento de 3,35%.  Considerando os últimos 12 meses, o aumento foi de 2,47% (acréscimo de 984.573 postos de trabalho).

O total de admissões no mês de setembro atingiu 1.805.458 e o de desligamentos alcançou 1.594.390, ambos, os maiores para o período. O desempenho favorável  decorreu da expansão quase generalizada dos setores de atividade econômica com destaque para: Serviços (+70.597), Indústria de Transformação (+63.276) e Comércio  (+53.845).

O bom desempenho do setor de Serviços ocorreu pela expansão generalizada dos ramos que o integram. Os serviços de alojamento e alimentação geraram 22.616 vagas (0,40%); seguido do comércio e administração de imóveis com geração de 20.246 novos postos (0,43%); ensino, que gerou 9.865 postos (0,63%); serviços médicos odontológicos, que teve um saldo recorde, gerando 9.134 novas vagas no mês (0,52%); e serviços de transporte e comunicações, que gerou 1.286 postos de trabalho (0,19%).

Os dados revelam também que em todas grandes regiões houve a expansão no nível de emprego formal, com destaque para a região Nordeste, geração de 78.162 postos de trabalho (1,22%), e Sudeste, que gerou 72.612 novas vagas de emprego formal (0,63%). O conjunto das nove áreas metropolitanas apresentou crescimento do emprego de 0,47% em setembro, equivalente a geração de 77.341 postos de trabalho, com destaque para São Paulo (26.891) e Rio de Janeiro (11.720), crescimento de 0,40% e 0,41% respectivamente.

Atividade econômica cresce 0,08% em agosto

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), sem considerar a sazonalidade, apresentou crescimento de 0,08% em agosto, comparado com o mês anterior, após queda de 0,34% registrada em julho. Os dados foram divulgados pelo Banco Central (BC), com revisão de resultados anteriores.

A expansão em agosto deste ano em relação ao mesmo mês de 2012 ficou em 1,32%, segundo os dados sem ajustes, uma vez que a comparação é entre períodos iguais. No acumulado do ano até agosto, o IBC-Br cresceu 2,76% e, em 12 meses, 2,13%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.

Fonte: Agência Brasil